É que você foi a minha maior perda… de tempo.

‎”Com o tempo a gente aprende que atenção, carinho e blush tem que ser na medida certa. Se não, a gente acaba de palhaça.

- Marcella Fernanda.

A gente podia ter acontecido antes. Antes de qualquer começo virar fim antes de começar, antes desse medo todo, do coração preferir gelar do que bater mais forte. Antes das esperanças terem perdido a cor e a gente desacreditasse de tudo e todos. Mas antes, talvez eu não estivesse pronta pra cuidar de você como deve ser. Não sabia as medidas, não me conhecia o suficiente pra ser o meu melhor. Então, mesmo com meu corpo gritando pra eu recuar, minha cabeça me lembrando do fim das minhas outras tentativas e o meu peito batendo travado, mesmo com todo o medo do mundo, eu escolho você. Escolho tentar outra vez, aprender, ensinar, te fazer feliz. É só você deixar seu medo na gaveta também, junto com o meu. Fecho os olhos, me jogo e confio que você vai segurar. Confia em mim também. Toma um café e entende que ser dono dos meus melhores sorrisos já é bonito demais, certo demais. Vem ser dono de todo o resto. Não tô dizendo que vai ser fácil, mas eu tô disposta a remar até o fim se você me der a mão, remar comigo. Só acho que tá na hora da gente reaprender a voar. E eu ia amar dividir o céu contigo.

Marcella Fernanda.

Borboletas na barriga, minhocas na cabeça e a eterna dúvida de qual delas a gente deve alimentar.

Se você tivesse chegado antes, eu não teria notado. Se demorasse um pouco mais, eu não teria esperado. Você anda acertando muita coisa, mesmo sem perceber. Você tem me ganhado nos detalhes e aposto que nem desconfia. Mas já que você chegou no momento certo, vou te pedir que fique. Mesmo que o futuro seja de incertezas, mesmo que não haja nada duradouro prescrito pra gente. Esse é um pedido egoísta, porque na verdade eu sei que se nada der realmente certo, vou ficar sem chão. Mas por outro lado, posso te fazer feliz também. É um risco. Eu pulo, se você me der a mão.

Sempre acreditamos que o que aconteceu entre nós foi de repente, mas avaliando toda a situação percebo que estamos enganados. Foi aos poucos. Lentamente. Palavras, gestos, atitudes, pequenas coisas, pequeníssimas coisas aliás, serviram para nos mostrar o quão importante éramos um para o outro e o quanto precisávamos um do outro, porque sim, nós nos precisamos. É mútuo. Não é uma relação de dependência, é o simples não querer sair de perto. É não encontrar em outras bocas beijos tão satisfatórios. É não querer outros corpos. Não adianta, não bate mais, não fecha mais, não satisfaz mais. É como se todas as outras peças de um quebra-cabeças já não se encaixassem mais, e apenas duas ficassem bonitas juntas. Inseparáveis. Unidos. Foi sem querer, foi aos poucos e nem nos demos conta, quando percebemos já éramos assim.. Nós! Todo o medo que rondava esse novo momento nosso, sumiu, porque, eu tenho você, que medo eu deveria ter?! Eu tenho quem me escuta, me cala, me beija, me abraça, me entende e me faz feliz, isso basta, não basta?! Sempre tive em você um ombreiro, um palhaço, um amante, um amigo, um amor… Você tem o que eu preciso. Nós nos tornamos o que precisamos. Isso é lindo. E essa história é só nossa. Só e apenas nossa.

* Brenda Araújo.

Não preciso de um homem pagando nada pra mim ou que abram a porta de um carro porque sou uma donzela indefesa. Cavalheirismo é uma qualidade, não um favor a nós, mulheres. Se você é, parabéns, se não é, paciência, não vai mudar minha vida, não sou aleijada e tenho meu próprio dinheiro. Também não sou empregada, nem obrigada a saber cozinhar, lavar, passar, pegar cerveja e me vestir de burca pra fazer ninguém feliz. Tô no século XXI, se vocês estão atrasados, eu apenas lamento.

Eu virei mulher quando eu resolvi colocar maquiagem na cara e esquecer os idiotas que tinham me feito borrá-la! ;)

“Me valorizar depois de me perder é fácil, difícil mesmo vai ser me convencer a desapegar da vida de solteira, querido.”

Mulher precisa de carinho. Atenção. E uma sacanagem bem-dosada.


'Ela tinha nojo da dualidade de intenções dos seres humanos,

que ora amam, ora usam,

e preferia a clareza da sacanagem e a certeza do vazio."
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